Episode 173

full
Published on:

27th Feb 2026

SMARTEYE - MODERNIZAÇÃO E SEGURANÇA NA GESTÃO URBANA.

Neste conteúdo, converso com LEONARDO BARROS, Diretor-Presidente da HEX 360 que, juntamente com a INSPECT, desenvolveu a Plataforma SMARTEYE, uma solução que combina videomonitoramento inteligente, análise geoespacial e Inteligência Artificial embarcada para modernizar a gestão pública e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança.

Saiba mais!



This podcast uses the following third-party services for analysis:

Podkite - https://podkite.com/privacy
Transcript
ANFITRIÃO:

Honoráveis Ouvintes! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark, do Santos, seu anfitrião!

Em um cenário em que as cidades se tornam cada vez mais complexas e interconectadas, surge a necessidade de soluções que consigam traduzir dados em decisões estratégicas, antecipar riscos e apoiar gestores na construção de ambientes mais seguros e sustentáveis.

É nesse contexto que nasce a solução SmartEye, uma plataforma desenvolvida em parceria pela Hex360 e a Inspect, que combina vídeo monitoramento inteligente, análise geoespacial e inteligência artificial embarcada para modernizar a gestão pública e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança.

Para conversar conosco sobre essa poderosa ferramenta e os impactos reais da integração entre tecnologia, território e governança, tenho a honra de receber Leonardo Barros, Diretor-presidente da Hex360, com o qual compreenderemos como a tecnologia, quando bem aplicada, pode antecipar problemas, salvar vidas e gerar valor público de forma responsável.

Na satisfação em recebê-lo mais uma vez neste canal, Léo, o saúdo com as boas-vindas, agradecendo a sua gentileza em compartilhar conosco a tua visão!

De início, constatamos que o conceito de inteligência urbana vem ganhando força no mundo todo. No caso da SmartEye, o que motivou a Hex360 e a Inspect a desenvolverem uma plataforma que une vídeomonitoramento inteligente, análise geoespacial e governança territorial? Houve algum caso concreto ou demanda institucional que inspirou essa arquitetura?

CONVIDADO:

Eu é que agradeço a oportunidade de mais uma vez estar aqui, presente nesse importante canal, que traz a oportunidade de compartilhar muitas informações, muitas novidades, especialmente sobre o tema segurança pública! O SmartEye nasceu da convergência entre a necessidade urgente de modernizar a gestão urbana. A Hex já vem investindo há alguns anos - há pelo menos quatro anos - no tema Cidades Inteligentes. Mais recentemente, a nível municipal, a preocupação, o cuidado, com a segurança pública vem crescendo na esfera municipal. Lembrando que o tema segurança pública, a priori, é de responsabilidade dos estados e da União e, principalmente, com o surgimento das guardas municipais - a ampliação destas instituições - isso fez com que a gestão municipal viesse a participar de forma ativa, de forma central!

Ao longo do ano eu tive acesso a pelo menos duas ou três pesquisas cujo objetivo era verificar junto à população os principais temas que impactariam a seleção de candidatos a prefeitos e governadores e o tema segurança pública vem em primeiro lugar, inclusive, pela primeira vez, ganhando do tema inflação de alimentos!

As administrações municipais estão tendo que se mobilizar, se organizar para também, junto com os estados e a própria União, dar resposta a essa preocupação crescente da população em geral com a segurança pública! Nesse sentido, então, a Hex - uma empresa reconhecida no mercado, focada nas questões relacionadas à inteligência geospacial - a gente começou a investir, a conhecer e buscar informações a nível municipal, como que a gente poderia aplicar e, consequentemente, agregar valor no tema segurança pública.

Eu gosto sempre de lembrar, Clark, que existem aí duas variáveis que estão sempre presentes em qualquer evento, incidente, ocorrência - natural ou provocada pela ação do homem - que 100% das vezes estão presentes: essa ocorrência, esse incidente ocorre num determinado momento do tempo - hora, minuto e segundo - e numa determinada localização! O geoprocessamento ou a inteligência geoespacial, automaticamente, está presente a partir do momento que eu indexo aquela ocorrência à localização e ao tempo! Nesse sentido a Hex utilizou essa expertise acumulada ao longo de vinte anos de empresa para investir no SmartEye. Buscamos a parceria com a Inspect, que hoje é uma das principais empresas do setor de Inteligência, que ajuda as inteligências das agências de lei brasileiras a se equiparem para suportar processos investigativos, suportar a geração de planos, de ações etc. No nosso caso, a gente notou nos municípios que a grande maioria deles já investiram, como uma primeira resposta imediata à questão da segurança pública, no aparelhamento de câmeras espalhadas em pontos da cidade e, consequentemente, num centro maior ou menor, mais equipado, menos equipado, ou seja, vamos chamar isso - generalizar - de centros de monitoramento, centros de comando! E a gente notou também, sendo bastante transparente aqui, que esses centros, no fundo, eles tinham um papel bastante passivo! É comum a gente ver nas entrevistas, reportagens com prefeitos, secretários de segurança pública, chefes de guarda municipal com aquele pano de fundo - vídeo wall, com dezenas, às vezes centenas de câmeras, de janelas, mostrando imagens do vídeo monitoramento das câmeras espalhadas pela cidade! A primeira intenção nossa foi de: "olha, poxa! Esse aparelho já existe, nós temos que otimizar, nós temos que agregar valor a partir desses dados que estão sendo adquiridos!" E, aí, nós investimos em tecnologias que permitissem que esses pequenos, médios e grandes centros de comando e controle das cidades adquirissem a capacidade de se tornar mais proativos, no sentido de gerar alertas automáticos, detecção de determinados tipos de ocorrência, reconhecer um indivíduo que é procurado, reconhecer automaticamente uma arma de fogo, uma arma branca, um incêndio, um deslocamento de comboio e por aí sucessivamente! Esse foi o primeiro investimento. Só que a partir daí nós notamos também que não são simplesmente câmeras. A câmera é um dos sensores, talvez, para a população é o que é mais visível, mas, nós temos uma série de fontes de dados, distintos tipos de dados, inclusive, completamente distintos entre si, que são adquiridos e que compõem todo o contexto da segurança pública! E aí, realmente, nós começamos a investir na integração, no tratamento desses mais diversos tipos de dados. Nesse sentido, hoje, a gente acredita que o SmartEye é, de fato, a primeira plataforma nacional que se propõe a suportar de forma integrada todas as camadas de dados relacionados à segurança pública!

Nós temos diferentes tipos de soluções ou módulos componentes do SmartEye, específicos para tratar assuntos, interesses, por exemplo, de uma área de Inteligência, do despacho, do vídeomonitoramento, da própria área de comunicação!

O SmartEye conecta, consolida e, principalmente, interopera ativamente com todos esses elementos, promovendo um fusionamento de dados e, a partir desse fusionamento de dados, uma correlação entre esses dados, ou seja; ele fica constantemente tentando obter e relacionar dados adquiridos por essas várias fontes! Em provas de conceitos e até mesmo em ambientes reais é evidente para nós, hoje, o impacto direto desse conceito do SmartEye, tanto desde a prevenção, tempo de resposta, no suporte ao planejamento tático, suporte a investigações, chegando até o nível efetivo de gerar dados, estatísticas, curvas para suportar a governança pública no seu mais alto nível, a suportar com informações, com tendências claras a concepção de políticas públicas para segurança pública.

ANFITRIÃO:

A SmartEye trabalha com dados provenientes de câmeras, drones, sensores climáticos, bases institucionais e até redes sociais. Quais foram os principais desafios técnicos e jurídicos para integrar essas fontes em um mesmo ecossistema, garantindo a confiabilidade e aderência à lei geral de proteção de dados?

CONVIDADO:

A interoperabilidade é um dos pilares centrais do SmartEye. Na verdade, é o pilar! É a palavra de ordem no SmartEye! A plataforma foi concebida para integrar dados de diversas fontes como câmeras, drones, sensores ambientais, canais institucionais, boletins de ocorrências, denúncias e até mesmo a aquisição de dados abertos em redes sociais! Todo esse ecossistema opera sobre um barramento de dados baseado em padrões abertos, permitindo o fusionamento e, a partir desse fusionamento, forma-se um Big Data - um grande banco de dados - e, a partir do fusionamento de dados, uma vez executado, se trabalha para a identificação de padrões e relações contextuais. Um aspecto importante é a questão da conformidade legal, especificamente, a gente tem uma preocupação central com a LGPD! Posso te adiantar que desde a concepção, há preocupação atendendo os requisitos da LGPD e, aí, lembrando que é uma plataforma concebida, desenvolvida e aplicada exclusivamente junto a agências de lei, que têm um capítulo específico, tem um tratamento específico da LGPD para esse tipo de instituição, então, a gente concebeu e eu posso afirmar que ele está em conformidade com a LGPD! A gente adotou todos os princípios: de necessidade, finalidade, minimização de dados. Também, possui mecanismos nativos de controle de acesso, registro de logs, anonimização dos dados e o descarte dos dados não utilizados, não relacionados ao procedimento que a instituição esteja executando ou objetivando.

A arquitetura do SmartEye segue conceitos de segurança, rastreabilidade e governança incorporados desde a aquisição, desde que o dado chega até o seu armazenamento e consequente tratamento.

ANFITRIÃO:

O sistema opera com algoritmos de inteligência artificial para reconhecimento facial e veicular com índices superiores a 95% de acurácia. Como essa inteligência é treinada e validada no contexto brasileiro, onde as condições de luminosidade, densidade populacional e diversidade morfológica representam desafios únicos?

CONVIDADO:

O SmartEye possui uma série de algorítmos - posso até usar um termo aqui, uma expressão - um "motor analítico" do SmartEye, preparado para operar com robustez em ambientes urbanos complexos, ou seja; grandes volumes de dados, tipos completamente distintos de dados, dados estruturados e não estruturados. A gente emprega uma série de algoritmos de detecção e análise de imagens e vídeos. Eles estão, pela própria produção deles, em constante processo de amadurecimento, de acordo com as realidades do território brasileiro. A gente viu muito debate ao longo do ano de "falsos positivos", de algoritmos com dificuldades de identificar, por exemplo, indivíduos de origem asiática, indivíduos da raça negra! Então, é importante a gente verificar, porque muitas vezes esses softwares foram desenvolvidos, por exemplo, em empresas chinesas, empresas japonesas, empresas norte-americanas!

É importante destacar nesse contexto que o desenvolvimento do SmartEye é feito, desde a sua concepção, desenvolvimento, implementação, aqui no Brasil, de acordo com a realidade brasileira, com as características brasileiras, de acordo com a formação da sociedade brasileira! Esse é um aspecto bem relevante e todo o amadurecimento ocorre a partir, exclusivamente, dentro do nosso território! A acurácia da identificação é mantida por ciclos contínuos de avaliação e revalidação desses modelos, garantindo um desempenho confiável mesmo em cenários adversos! Com isso, o SmartEye atua com precisão em diferentes contextos, desde grandes metrópoles, cidades médias, pequenas e mesmo fora de zonas urbanas, identificando comportamentos, indivíduos, eventos com alto grau de confiabilidade, detectando também, daí vem a origem da Hex, mudanças físicas no território a partir do uso e ocupação, abertura de uma clareira, a construção de alguma estrutura na margem de um rio, de um reservatório, incêndios! Todo esse contexto é importante nesse processo de análise, investigação e detecção de movimentos ou predição de ações relacionadas à segurança pública!

Todas essas variáveis, completamente distintas, o SmartEye consegue entender, tratar, relacionar todas entre si.

ANFITRIÃO:

Um dos diferenciais da SmartEye é a capacidade de transformar dados em insumos para políticas públicas preventivas. Podes detalhar como a análise geospacial, aliada aos alertas em tempo real, tem ajudado gestores municipais e forças de segurança a tomarem decisões baseadas em evidências?

CONVIDADO:

A grande contribuição do SmartEye está em transformar dados brutos, diferentes, dispersos em inteligência territorial acionável, aplicável! Esse é o mote central, não só do SmartEye - da essência da nossa empresa! A partir dessa análise geospacial, permite mapear zonas de riscos, detectar padrões repetitivos, antecipar eventos, com a finalidade de promover prevenção e proatividade! Esses dois conceitos são básicos, importantíssimos, fundamentais! Com isso, os gestores públicos podem redesenhar rotas de patrulhamento, antecipar aglomerações, identificar áreas críticas em relação à iluminação precária ou mesmo ausente, determinada necessidade da disponibilização de algum tipo de infraestrutura, tudo isso, tomando decisões baseadas em evidências a partir do que eu me refiro sempre: no correlacionamento dos dados dessas evidências geradas! A plataforma, então, promove uma nova abordagem para a segurança pública. Mais orientada por dados efetivos, dados físicos, dados literais, estatísticas, curvas, tudo isso - a Ciência de Dados - aplicada para subsidiar a formação de políticas públicas!

ANFITRIÃO:

Em tempos de crescente preocupação com vigilância digital, como a SmartEye equilibra a eficácia da segurança pública com respeito à privacidade individual? Quais mecanismos de auditoria, autenticação e rastreabilidade foram implementados para garantir governança e transparência no uso dos dados?

CONVIDADO:

Equilibrar vigilância com privacidade é uma preocupação central nossa, na medida que a gente desenvolveu e está disponibilizando o SmartEye. O SmartEye foi concebido para garantir segurança jurídica, técnica e institucional! Realmente, sem esses pilares, todos os dados trabalhados e gerados pelo SmartEye não ficariam de pé! Não poderiam, sequer, ser consultados ou utilizados! Todos os acessos, todas as operações executadas a partir do Smart Eye estão devidamente registradas, gravadas, exatamente para permitir uma auditoria detalhada desses dados! Os dados sensíveis passam por uma segregação lógica, mascaramento, respeitando os respectivos perfis de uso daquele usuário na plataforma. Além disso, a autenticação multifator e os mecanismos de rastreabilidade na operação da plataforma garantem o princípio - de como se fosse uma contabilização - um registro de tudo que acontece, de todo dado que é tratado, registrado, alterado, incluído na plataforma, o que assegura um uso ético, seguro e transparente! A partir do momento que tudo é passível de ser auditado, logicamente, respeitando os respectivos níveis, a partir da efetiva delegação para tal, os usuários do SmartEye passam a ter que agir dentro dos princípios legais e institucionais!

ANFITRIÃO:

A plataforma é comercializada no formato SaaS, "Software como Serviço", com módulos e licenças customizáveis. Como esse modelo contribui para a sustentabilidade financeira dos municípios e órgãos públicos, evitando altos custos de infraestrutura e promovendo escalabilidade?

CONVIDADO:

O SmartEye está disponível no modelo de software como serviço, ou melhor, plataforma como serviço, o que ajuda a otimizar e até elimina uma série de custos que o nosso cliente deveria arcar para poder, inclusive, iniciar a instalação e, consequentemente, a operação da plataforma! Então, a gente também teve esse cuidado, essa preocupação, principalmente na esfera municipal, a disponibilização da "plataforma como serviço" é muito importante para otimizar os custos! De outro lado, agilizar a implantação! Nós temos casos que, literalmente, entre a mobilização para o início da execução contratual a efetiva operação se iniciou em quinze, vinte dias depois! Essa agilidade é outro fator muito interessante na forma que a gente disponibiliza o SmartEye! A questão também, que é uma pergunta que fazem muito, a restrição dos recursos, até recursos técnicos: "ah, mas, ao longo do tempo, como é que nós vamos manter isso?”, vamos manter atualizadas as correções?”, as questões de manutenção de software propriamente dito?". Isso, fica tudo a cargo da nossa empresa! Ou seja; o município se desonera inclusive dessa manutenção! Dessa forma, a gestão municipal não precisa se preocupar na aquisição e manutenção de estruturas tecnológicas complexas! Todo o ambiente é operado a partir de nuvem soberana, ou seja; de data centers instalados aqui no Brasil! Logicamente, um outro ponto importante é uma arquitetura híbrida, aonde dados que forem classificados como sensíveis podem estar sendo armazenados localmente na estrutura da instituição. É possível se implementar um modelo 100% operado a partir de uma nuvem soberana quanto um modelo híbrido, se for a decisão!

Outro aspecto importante é que a arquitetura modular do SmartEye permite escalar conforme a necessidade, contratando apenas os componentes desejados e, ao longo do tempo, conforme a disponibilidade de recursos, conforme o próprio amadurecimento da estrutura do centro de comando e controle da cidade, o nosso cliente pode ir avançando na implementação de novos módulos, novas funcionalidades. Isso proporciona uma previsibilidade orçamentária, uma agilidade muito grande na implantação, e uma menor dependência de times técnicos!

ANFITRIÃO:

Seguindo para o final desta conversa, Léo, repriso os meus agradecimentos pela sua participação e esclarecimentos! Que seja de muito sucesso a jornada SmartEye! Deixo este espaço para suas considerações finais. Grande abraço!

CONVIDADO:

Peço desculpas à audiência se eu me estendi demais em alguma resposta. O tema é complexo! A plataforma SmartEye, por sua vez, ela é muito abrangente! Ela é muito grande, que a gente não consegue apresentar o SmartEye - a chamada apresentação executiva - em menos de uma hora, uma hora e meia, invariavelmente até duas horas! A gente segue firme no propósito de aliar eficiência, legalidade, inovação, respeitando sempre a privacidade no sentido de promover a segurança, a proteção à vida e ao patrimônio! O SmartEye é uma tecnologia criada por uma empresa brasileira! A HEX, inclusive, prova disso, ela é uma empresa classificada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa e o nosso compromisso é com a soberania! Nós, brasileiros - vou abrir um parêntese aqui - a gente tem que parar de depender exclusivamente do que vem de fora! Nós temos conhecimento e capacidade intelectual, econômica, técnica e operacional para buscarmos, minimamente, a nossa soberania no que tange à disponibilização e emprego de tecnologias críticas para a nossa sociedade, para o nosso Estado! Estamos abertos ao diálogo com todas as instituições. Eu me coloco inteiramente à disposição e, muito obrigado Clark, pela oportunidade de contribuir com esse canal, dedicado ao debate qualificado, ao debate técnico, ao debate isento sobre segurança pública e tecnologia aplicada à essa. Muito obrigado! Um abraço a todos!

ANFITRIÃO:

Honoráveis Ouvintes! Este foi mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark dos Santos, seu anfitrião!

No conteúdo de hoje, conversei com Leonardo Barros, Diretor-presidente da Hex360, que, em parceria com a Inspect, desenvolveu a plataforma SmartEye. Acesse o nosso website e saiba mais sobre este conteúdo! Inscreva-se e compartilhe o nosso propósito! Será um prazer ter a sua colaboração! Pela sua audiência, muito obrigado e até a próxima!

Show artwork for Hextramuros Podcast

About the Podcast

Hextramuros Podcast
Vozes conectando propósitos, valores e soluções.
Ambiente para narrativas, diálogos e entrevistas com operadores, pensadores e gestores de instituições de segurança pública, no intuito de estabelecer e/ou ampliar a conexão com os fornecedores de soluções, produtos e serviços direcionados à área.
Trata-se, também, de espaço em que este subscritor, lastreado na vivência profissional e experiência amealhada nas jornadas no serviço público, busca conduzir (re)encontros, promover ideias e construir cenários para a aproximação entre a academia, a indústria e as forças de segurança.

About your host

Profile picture for Washington Clark Santos

Washington Clark Santos

Produtor e Anfitrião.
Foi servidor público do estado de Minas Gerais entre 1984 e 1988, atuando como Soldado da Polícia Militar e Detetive da Polícia Civil.
Como Agente de Polícia Federal, foi lotado no Mato Grosso e em Minas Gerais, entre 1988 e 2005, ano em que tomou posse como Delegado de Polícia Federal, cargo no qual foi lotado em Mato Grosso - DELINST -, Distrito Federal - SEEC/ANP -, e MG.
Cedido ao Ministério da Justiça, foi Diretor da Penitenciária Federal de Campo Grande/MS, de 2009 a 2011, Coordenador Geral de Inteligência Penitenciária, do Sistema Penitenciário Federal, de 2011 a 2013.
Atuou como Coordenador Geral de Tecnologia da Informação da PF, entre 2013 e 2015, ano em que retornou para a Superintendência Regional em Minas Gerais, se aposentando em fevereiro de 2016. No mesmo ano, iniciou jornada na Subsecretaria de Segurança Prisional, na SEAP/MG, onde permaneceu até janeiro de 2019, ano em que assumiu a Diretoria de Inteligência Penitenciária do DEPEN/MJSP. De novembro de 2020 a setembro de 2022, cumpriu missão na Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, no Ministério da Economia e, posteriormente, no Ministério do Trabalho e Previdência.
A partir de janeiro de 2023, atua na iniciativa privada, como consultor e assessor empresarial, nos segmentos de Inteligência, Segurança Pública e Tecnologia.