Transformando Dados em Inteligência: A Análise Estruturada como Ativo Estratégico
Neste conteúdo, entenda o papel da análise de dados estruturada, sua importância para a gestão moderna e os desafios de transformar informação em inteligência acionável, na entrevists com Rodrigo Tchalski, Diretor da 4SEC GLOBAL, empresa brasileira que atua no desenvolvimento de soluções voltadas à integração, análise e inteligência de dados.
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Transcript
Honoráveis Ouvintes! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark dos Santos, seu anfitrião!
Vivemos a era da abundância informacional. Nunca se produziu, coletou e armazenou tantos dados como agora. Registros administrativos, bancos de dados governamentais, sistemas corporativos, sensores, redes digitais. Tudo gera informação o tempo todo! Mas a pergunta central permanece: o que estamos, de fato, fazendo com esses dados? Na segurança pública, na investigação criminal, no combate às fraudes e na gestão estratégica, dados por si só não significam inteligência. Sem método, sem integração e sem análise, eles se tornam apenas ruído — volumes gigantescos de informação que não orientam decisões, não antecipam riscos e não produzem conhecimento. A doutrina da análise criminal e da análise de dados é clara ao afirmar: inteligência nasce da capacidade de transformar dados dispersos em padrões compreensíveis, cenários possíveis e decisões fundamentadas. É nesse ponto que a análise deixa de ser um exercício técnico e passa a ser um ativo estratégico para organizações públicas e privadas. Para discutir o papel da análise de dados estruturada, sua importância para a gestão moderna e os desafios de transformar informação em inteligência acionável, o Hextramuros recebe hoje Rodrigo Tchalski, Diretor da 4SEC GLOBAL, empresa brasileira que atua no desenvolvimento de soluções voltadas à integração, análise e inteligência de dados. Nesta conversa abordaremos, exclusivamente, a atividade de análise de dados: seus fundamentos, seus desafios e seu valor estratégico para líderes, gestores e analistas que atuam em ambientes cada vez mais complexos e orientados por informação.
Saudações, Rodrigo! Com satisfação e orgulho o recebo com as boas-vindas deste canal, agradecendo enormemente a sua gentileza em aceitar ao convite para esta conversa! Uma honra tê-lo conosco! Iniciando, meu caro, é do conhecimento que a doutrina da análise criminal sustenta que dados isolados têm pouco valor sem contexto, correlação e método. Na sua visão, qual é o papel da análise de dados estruturada na transformação de grandes volumes de informação em conhecimento acionável tanto para gestores públicos quanto para privados?
CONVIDADO:Meu caríssimo Clark, que satisfação e que honra estar com você no seu podcast. Obrigado pelo convite, pela consideração. Quero dar as minhas saudações aos nossos ouvintes, também! O papel da análise de dados estruturado. Eu acho que esse é um ponto importante! Já de longa data a gente fala tanto que o os dados são o nosso novo petróleo e a gente produz dados numa velocidade, numa quantidade que nós somos incapazes de mensurar hoje. O tempo todo a gente está produzindo dados. Nosso celular está parado mas, ainda assim, está produzindo dados. A gente produz dados nas redes sociais, nos nossos computadores, no nosso trabalho e quando a gente entra nas corporações - sejam elas públicas ou privadas - então, a produção de dados é algo que trabalha vinte e quatro horas por dia, sem parar! E aí a gente se depara com situações que a gente precisa tomar decisões. E a gente precisa olhar para esse mar, para esse mundo de dados e fazer com que eles nos digam alguma coisa. Que eles nos ajudem a tomar decisões. E aí esse é o nosso grande desafio. Eu tenho dito que apesar da nossa busca incessante cada vez maior por boas ferramentas para analisar dados, existem alguns fatores que são primordiais em tudo isso, que está muito relacionado a processo e gerenciamento. Mais do que nunca, a gente precisa organizar os nossos processos com dados, a nossa metodologia de uso dos dados. E aí, isso vai impactar desde a maneira como a gente obtém o dado, organiza os dados, limpa esse dado, e torna esse dado acionável. Só então, depois de tudo isso, é que as nossas ferramentas analíticas, de verdade, vão fazer essa transformação, trazer esse conhecimento acionável para os nossos gestores. Talvez, o ponto, hoje, que já se tem falado muito, principalmente na era da inteligência artificial, está relacionada à qualidade dos dados. Então, a metodologia com que a gente trata a qualidade dos nossos dados é o que vai influenciar lá na frente o conhecimento que a gente vai precisar acionar para tomar as decisões mais importantes para direcionar as nossas equipes, as nossas empresas ou os nossos times de trabalho. A gente precisa falar muito mais hoje sobre metodologia e qualidade de dados. Eu acho que esse é o grande desafio hoje e, aí sim, cumprida essa fase que a gente está falando de fazer toda essa gestão, essa definição de processos corretos, que a análise de dados estruturados realmente vai entrar com todo o seu poder. Utilizando os métodos corretos, as ferramentas corretas, ela vai cumprir o papel primordial dela, que é trazer à tona as respostas para as nossas perguntas. Esse é o grande papel da análise de dados. Pegar o dado bruto, pegar o dado que está espalhado e transformar isso em um conhecimento que seja interpretável, seja rápido, seja objetivo e que faça com que as decisões que a gente precisa tomar - não importa em que área - seja uma decisão muito assertiva, muito rápida e muito completa! A gente vive um desafio hoje, por exemplo, de raramente ter certeza se o que a gente está fazendo está 100% correto. Então, quando a gente tem análise de dados muito bem estruturada, agindo sobre dados muito bem organizados também, tem a segurança de que os nossos gestores estão tomando a decisão correta porque as nossas ferramentas de análise estão mostrando da maneira mais clara, mais pura a interpretação daquele dado, ou nos ajudando a interpretar aquele dado da maneira correta.
ANFITRIÃO:Meu caro! Muito se fala em dados, mas pouco em processos analíticos! Quais são, do ponto de vista técnico e conceitual, os principais erros cometidos por instituições que coletam dados, mas, não conseguem convertê-los em inteligência estratégica?
CONVIDADO:Eu imagino que talvez o nosso principal erro hoje é na metodologia como a gente organiza esses dados e até coleta esses dados. E o que eu tenho visto hoje dando aula e trabalhando ativamente em análise, principalmente na esfera criminal, é que por vezes a gente inverte a ordem das coisas. A gente começa coletando dados para depois tentar fazer com que os dados nos digam algo, quando na verdade a gente tem que fazer a pergunta antes. Eu tenho que ter a pergunta muito clara ou um conjunto de perguntas muito claro e, a partir desse conjunto de perguntas, aí sim, eu vou coletar os meus dados para tentar buscar quais são as melhores fontes de dados ou quais são os melhores conjuntos de dados que vão ser a base que eu preciso para utilizar as minhas ferramentas e enxergar as respostas às minhas perguntas. Então, eu vejo muitas vezes e, por exemplo, um item muito comum na análise hoje é utilizar ferramentas de análise de vínculos e, ao longo de muitos anos, eu tenho visto as pessoas, por exemplo, recebem um volume de dados, ainda não sabem que perguntas elas querem fazer e elas pegam esses grandes volumes de dados, jogam tudo dentro de um diagrama de vínculos e depois ficam olhando para uma mancha preta de objetos, num emaranhado de objetos, e ficam tentando encontrar alguma resposta para alguma pergunta que não está bem clara na cabeça deles. Então, a coleta não pode começar enquanto eu não souber as perguntas corretas que eu quero fazer. E aí, por fim, se a gente for observar bem, acaba sendo um tanto quanto óbvio que eu não vou conseguir converter aqueles meus dados em qualquer tipo de inteligência estratégica, porque sem a pergunta em mente, as minhas coletas acabam sendo muito precárias e, consequentemente, a conversão desses dados em inteligência também vai ser precária e a inteligência que eu estou tentando gerar vai ser uma inteligência já comprometida desde o começo.
ANFITRIÃO:Rodrigo, como a análise de dados contribui para a tomada de decisão baseada em evidências, especialmente em ambientes complexos como na segurança pública, em compliance corporativo e em investigações de ilícitos financeiros?
CONVIDADO:Agora, a gente entra em um ponto bem interessante, porque a análise de dados contribui para, de fato, a tomada de decisão baseada em evidências, ou seja, quando ela está transformando grandes volumes de informações que estão dispersas em um conhecimento estruturado, que é verificável e acionável! Outro ponto importante que a gente precisa entender hoje: a gente está falando em ambientes complexos na segurança pública, em compliance, investigação de ilícitos financeiros, a nossa análise já deixou de ser aquela análise tradicional que a gente tinha, talvez, dez ou quinze anos atrás. Hoje, a gente vive num universo multitemático. Eu tenho diversos tipos de dados, heterogêneos em geral, e cada tipo de dado me traz um pedaço da resposta que eu preciso ter. Eu tenho um conjunto muito grande de informações heterogêneas. Eu tenho fotos, vídeos, imagens, bancos de dados, arquivos não estruturados, planilhas, documentos de texto, arquivos PDF. Então, quando eu entro nesse universo das evidências que estão espalhadas de forma multitemática, uma das contribuições que a análise de dados tem é ajudar a organizar essa multitemática de dados e transformar isso em uma visão mais simples de ser organizada. Nós vamos trabalhar com ontologia, vamos trabalhar com objetos estruturados, vamos fazer toda essa limpeza, essa normalização dos dados e aí sim, a gente vai reduzir a dependência dessas percepções subjetivas e a análise de dados vai melhorar nossa capacidade de priorização, vai aumentar nossa precisão nessas decisões estratégicas, operacionais, investigativas. Hoje, a gente tem biometrias! Biometrias de voz, de face, de impressão digital e tudo isso faz parte da nossa organização no conhecimento e análise de dados para contribuir para isso. Se a gente vai mudar, por exemplo, um contexto do compliance, a análise de dados vai fortalecer a governança, monitoramento de riscos contínuos. A gente vai usar as ferramentas para detectar comportamentos anômalos, seja lá em transações, compras, contratos, pagamentos. Vai verificar a fraude interna, conflito de interesses, relacionamento de terceiros e tudo isso está dentro do mesmo ambiente de tomada de decisão baseada em dados! A gente trafega ali, por exemplo, para investigações dos ilícitos financeiros - aí a análise de dados é mais do que essencial! Porque a gente tem complexidade e volumes de dados muito grandes, principalmente, no âmbito das pessoas jurídicas, a gente pode trabalhar com dezenas de contas, de extratos, de arquivos e – por que não dizer? - milhões de eventos financeiros. Ou seja; num aspecto central de tudo isso, a análise de dados vai trazer essa capacidade de fazer essa fusão dos dados e tornar esses dados heterogêneos em algo mais homogêneo. Organizar, utilizando ontologia por exemplo, os dados de maneira que a gente possa trafegar por eles com mais fluidez, entender todos esses comportamentos e chegar na tomada de decisão baseada nessas evidências que a gente coletou.
ANFITRIÃO:Na prática institucional, análise de dados, análise criminal e inteligência muitas vezes se confundem. Como você diferencia essas atividades e de que forma elas se complementam dentro de um ciclo decisório eficiente?
CONVIDADO:Esse é um cenário bem interessante! Porque às vezes a gente acaba confundindo essas coisas - análise de dados, análise criminal e inteligência - apesar de eles terem focos diferentes. Ao mesmo tempo que eles são diferentes, eles são complementares. Vamos definir aqui de uma maneira objetiva e simples que análise de dados é a nossa base técnica. Ela vai organizar, vai cruzar os dados, vai identificar padrões em grandes volumes de dados e, no final, ela mostra o que está acontecendo, ela responde às nossas perguntas principais, ela traz à tona a resposta para as nossas perguntas. Quando a gente vai falar de análise criminal, está aplicando esse conhecimento ao contexto dos ilícitos - algum evento ilícito aconteceu, algum crime aconteceu. E a gente está tentando entender um modus operandi, vínculos entre indivíduos, facções, organizações criminosas. A gente está tentando compreender tendências, a dinâmica do crime. Então, nesse ponto, a análise de dados está tentando explicar como e porque as coisas estão acontecendo. Já, na inteligência, de uma maneira ampla, a ideia dela é transformar essas análises em conhecimento estratégico para tomar alguma decisão e isso servir de suporte para essa tomada de decisão. Nesse ponto, o foco é tentar reduzir as incertezas, orientar essas ações operacionais, as nossas ações investigativas, as estratégicas, ou seja; gerar uma inteligência real a partir desses dados. Na prática, elas funcionam em conjunto. Como análise de dados, ela vai detectar os padrões, vai trazer à tona as respostas para as perguntas. A análise criminal vai interpretar o fenômeno. Ela vai interpretar o evento ilícito. Vai me dizer por que aquilo é ilícito e como aquilo se desenrolou dentro do cenário que a gente está estudando. E a inteligência vai servir de apoio para tomada de decisão. Ela é uma visão mais ampla do processo. E, por fim, todo esse ciclo vai tornar as nossas tomadas de decisões mais rápidas, mais precisas e sempre orientadas por evidências.
ANFITRIÃO:A integração de dados provenientes de múltiplas fontes é um dos maiores desafios atuais. Qual a importância da interoperabilidade e da padronização analítica para garantir confiabilidade e consistência nas análises?
CONVIDADO:Eu acho que, talvez, um dos nossos grandes desafios hoje é integrar múltiplas fontes de dados, especialmente porque, elas, via de regra, são oriundas de sistemas que foram desenvolvidos para fins distintos, com objetivos distintos, com estruturas distintas, nomenclaturas distintas e poderia fazer uma lista enorme de coisas distintas que os nossos dados possuem! Qual que é o nosso grande desafio? É fazer essa interoperabilidade acontecer, para fazer com que os nossos dados se tornem unificados, que conversem entre si! Garantir que os dados que estão sendo provenientes de diferentes sistemas, órgãos, fontes, etc, possam ser organizados, compreendidos e analisados de uma forma consistente, porque se a gente não conseguir dar essa consistência para os dados, o nosso resultado também não vai ser confiável! Então, esses padrões comuns de estrutura, classificação, validação e análise vão ficar sujeitos a erro se não tiver uma padronização, se não tiver essa interoperabilidade feita corretamente. Vai garantir que não tem duplicidade, que não tem divergência nos dados, que não tem interpretações inconsistentes, criando uma visão unificada das coisas, dos fatos, das informações que a gente tem disponíveis. E aí no momento seguinte, a gente tem uma padronização analítica segura, porque consegue tratar esses dados com critérios uniformes, consegue aumentar a confiabilidade, a rastreabilidade e, por fim, conseguir comparar as nossas análises, conseguir garantir que a gente sempre vai chegar no resultado se fizer caminhos diferentes dentro daquele mar de dados, uma vez com a interoperabilidade feita de maneira correta, as múltiplas fontes, agora, se conectaram, se tornaram mais homogêneas possíveis. E é claro que isso vai melhorar a qualidade da inteligência que a gente está produzindo, vai reduzir falso positivo, vai facilitar todo o nosso processo de colaboração entre a equipe da análise ou a equipe que precisa tomar a decisão baseada nessas evidências, especialmente falando de ambientes complexos como a segurança pública, como são as grandes corporações. Então isso vai garantir essa confiança no resultado.
ANFITRIÃO:Do ponto de vista gerencial, como a análise de dados pode auxiliar líderes e gestores a antecipar riscos, identificar padrões emergentes e melhorar a alocação de recursos?
CONVIDADO:Do ponto de vista gerencial, a análise de dados vai permitir que os nossos líderes, os nossos gestores tomem decisões baseadas em evidências concretas e vão deixar de fazer apenas na percepção, na experiência. Quando a gente consegue fazer isso baseado em dados, as nossas decisões ficam mais robustas, muito mais assertivas, embasadas em um conhecimento real, em evidências reais! Tanto faz se eu estou analisando indicadores, tendências, com algum comportamento histórico. Tudo isso vai me ajudar a tornar possível antecipar riscos, identificar padrões que estão emergentes, detectar algum tipo de anomalia antes que aquilo se torne um problema crítico. Então, todo esse ecossistema dos nossos dados estão totalmente interligados! Além disso, a análise de dados vai melhorar a alocação de recursos. Os gestores vão conseguir indicar onde estão os maiores riscos, as principais demandas, as maiores oportunidades. Vai ajudar a priorizar equipes, investimentos, as ações de formas mais eficientes. E se a gente trouxer, por exemplo, para o ambiente da segurança pública, essa visão gerencial, ou análise de dados do ponto de vista gerencial, ela vai contribuir para nossa liderança aumentar toda a efetividade operacional dos times. Vai reduzir desperdício, vai direcionar os esforços para as áreas que têm maior impacto estratégico ou vai direcionar as equipes para tomar decisões que sejam realmente mais importantes, mais assertivas ou para uma operação do ponto de vista estratégico da instituição como um todo.
ANFITRIÃO:Considerando o avanço da transformação digital no setor público e privado, qual é o papel da cultura analítica dentro das organizações e como ela impacta diretamente os resultados operacionais e estratégicos?
CONVIDADO:Eu acho que esse é o ponto em que a gente quer chegar! Criar uma Cultura Analítica dentro das instituições. Considerando que a gente tem dados para tudo hoje, a gente não pode mais se dar ao luxo ou talvez correr o risco de tomar decisões baseadas em conhecimento próprio, só baseada na experiência. A nossa experiência tem que ser utilizada para direcionar a nossa análise para caminhos melhores. Ou seja, quando a gente está falando dessa cultura analítica, tem que considerar que ela é o papel central nessa transformação digital. É ela que vai promover esse uso sistemático dos dados, das evidências e tudo que a gente tem ao redor disso, na tomada de decisão em todos os níveis da nossa organização. Mais do que só usar tecnologia, essa cultura analítica representa uma mudança de mentalidade no sentido de que as decisões passam a ser orientadas por dados, por indicadores, por análise, pela inteligência que os dados nos proporcionam quando a gente usa as ferramentas corretas e a metodologia correta sobre esses dados! E a gente começa a deixar de utilizar a nossa intuição, a nossa experiência individual. A minha intuição, minha experiência vão me ajudar a traçar caminhos mais curtos, caminhos mais rápidos, fazer as perguntas de maneira mais eficiente, conseguir olhar para a interpretação daqueles dados e identificar mais rápido que aquilo faz sentido e que aquilo está correto. A intuição e a experiência ainda continuam sendo a base da nossa decisão final. A gente aumenta a eficiência operacional das nossas equipes, melhora nosso planejamento estratégico e aí por diante. Essa cultura analítica vai impactar diretamente na nossa capacidade de inovação, de qualidade de serviço, nos resultados de combate ao crime organizado, prevenção a fraudes, e enfim resumindo, vai tornar as nossas decisões mais ágeis, mais previsíveis, mais seguras, porque elas estão sendo orientadas em evidências, estão sendo orientadas por dados e são orientadas pelo uso correto das ferramentas com a metodologia correta para responder às perguntas da maneira correta, também!
ANFITRIÃO:Meu amigo; caminhando para o final de nossa conversa, repriso os meus agradecimentos pela sua preciosa contribuição e, ao mesmo tempo em que convido a audiência para continuar conosco e ouvir o conteúdo da próxima semana, no qual falarás sobre a ferramenta que traduz muito do que aqui lecionastes, deixo este espaço para suas considerações finais! Fraterno abraço e até breve!
CONVIDADO:Eu que agradeço! Foi uma satisfação enorme! Poder falar um pouquinho sobre esse mundo que está relacionado a dados, metodologias, análises, ferramentas e sobre esses temas me traz muita satisfação e, mais do que isso, uma satisfação poder bater esse papo com você! Deixo aqui o meu convite para ouvirem o nosso próximo episódio e vai ser bem interessante também! Obrigado a todos! Um abraço grande!
ANFITRIÃO:Honoráveis Ouvintes! Este foi mais um episódio do Hextramuros! Sou Washington Clark dos Santos, seu anfitrião! Acesse nosso website e saiba mais sobre este conteúdo! Inscreva-se e compartilhe o nosso propósito! Será um prazer ter a sua colaboração! Pela sua audiência, muito obrigado e até a próxima!